Seguro Residencial
Normalmente pensamos em fazer
um seguro residencial quando somos surpreendidos
por alguma ocorrência, seja esta por roubo, incêndio,
ou outros. Em contrapartida, se analisarmos os custos frente
aos benefícos, nos antecipando a eventuais situações
de danos muitas vezes irreparáveis, chegaremos à
conslusão que é imprescindível contratar.
O seguro residencial
difere e muito nos seus valores se comparado aos custos frente
ao de autos. Enquanto o primeiro gira em torno 0,07% a 0,50%
sobre o valor segurado, o de auto varia em torno de 10% a
20% sobre seu valor de mercado.
Cada vez mais no Brasil as
pessoas vem investindo na segurança de seu patrimônio
através de um seguro residencial,
tanto na preservação do imóvel como dos
bens ali constantes.
Ao adquirir um imóvel
normalmente o comprador se preocupa com aspectos como: segurança
do local, localização, uma vista agradável,
entre tantos requisitos que fazem toda a diferença
na escolha.
Ao se alojar é comum
a atenção com grades, pára-raios e, se
necessário, até a construção de
muros mais altos com a instalação de cerca elétrica
para dificultar ao máximo possíveis invasões.
Outras vezes, até mesmo um cão cumpre o papel
de guardião do lar. As fechaduras também são
reforçadas sempre com a preocupação de
garantir o sossego e a segurança dos moradores, assim
como a proteção de todos os bens que se encontram
no interior do imóvel.
Contudo, mesmo esses cuidados
imprescindíveis, não garantem que a residência
não seja invadida e que subtraiam objetos que, uma
vez roubados, dificilmente serão recuperados. Porém,
é possível encontrar uma maneira de obter ainda
mais tranquilidade e, claro, a não perda do patrimônio,
através do seguro residencial.
O seguro residencial
só entra em vigor com data e hora especificadas
no contrato. Normalmente, a proposta de um seguro possui prazo
de um ano e sua contratação não é
automática. Isso permite que o usuário experimente
os serviços num prazo determinado e se desejar contratá-los
novamente, é necessário preencher uma nova proposta.
No entanto, muitas pessoas
desconhecem os serviços de um seguro, apesar de ser
um negócio bastante antigo.
Atualmente o seguro
residencial oferece serviços de proteção
de patrimônio, garantia do patrimônio, assim como
sua conservação. Dessa forma, garante não
só a segurança do imóvel para questões
como assaltos, furtos de objetos de valor, mas também
proporcionam benefícios que resguardam o bem como um
todo, em caso de incêndio ou uma explosão de
um botijão de gás que podem causar estragos
irreversíveis, por exemplo, assim como desastres naturais
como raios e reparos caseiros. O intuito é proteger
a residência contra danos inesperados e externos.
Basicamente, o seguro
é um instrumento que permite a quem contrata recuperar
o patrimônio perdido. Quem conta com um seguro
residencial será indenizado de acordo com
o plano e pacote escolhidos.
Hoje em dia são
muito mais procurados e até por questão de segurança,
dependendo das normas do condomínio de um imóvel,
até mesmo exigidos. Porém as coberturas são
classificadas em básicas, que compreendem incêndios,
explosões de qualquer causa e fumaça e em decorrência
desses fatores, se o imóvel for danificado a ponto
de não poder ser utilizado, o seguro cobre aluguéis
com toda assistência a quem contrata esse serviço.
E as opcionais, como
subtração de bens, danos a eletrodomésticos
e instalações elétricas, reparos hidráulicos
ou ainda queda de aeronaves e impactos de veículos,
quebra de vidros, até mesmo desentupimento, consertos
caseiros como substituição de telhas, reparos
de telefonia, chaveiro etc.
Essas coberturas opcionais,
no caso de reparos, geralmente garantem a indenização
referente à mão-de-obra de consertos emergenciais.
No entanto é sempre recomendável verificar a
apólice contratada e verificar as coberturas oferecidas.
Em geral, são
essas coberturas citadas e são muitos os benefícios.
Mas ao contratar um seguro residencial é
muito importante fazê-lo com um profissional autorizado,
ou seja, um corretor de seguros que deve estar apto para dar
todas as orientações, como as variações
de seguros, de acordo com as reais necessidades do cliente,
assim como atender às expectativas do mesmo.
É relevante frisar
que os corretores devem acompanhar os segurados em todos os
momentos em que for solicitado, em que assume o papel de uma
espécie de consultor.
A regulamentação
e fiscalização das atividades de uma seguradora
são de competência do Governo Federal, por meio
do Ministério da Fazenda, onde é estabelecida
a política de seguros privados.
As decisões mais
importantes são tomadas pelo Conselho Nacional de Seguros
Privados (CNSP). Esse conselho é composto por representantes
do governo que discutem tópicos referentes ao mercado
e à regulamentação do setor. As resoluções
são repassadas à Susep (Superintendência
de Seguros Privados) que fiscaliza as seguradoras.
Além da família,
o maior bem de uma pessoa é o seu patrimônio
que, muitas vezes, foi construído durante toda uma
vida. E nesse mundo de infortúnios de todos os gêneros,
acaba sendo uma grande preocupação das pessoas,
principalmente com a segurança.
Um seguro residencial
tem como negócio proteger bens com prioridade. Sendo
assim, para garantir a segurança da propriedade essa
ainda é a melhor alternativa.
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